Movimento político-ambiental brasileiro

Direita
Verde

Preservar exige competência, não utopia.

Conservação ambiental, liberdade econômica e responsabilidade com a terra no mesmo compromisso com o Brasil.

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01 — Nossas pautas

Conservar com resultado.

01

Agroecologia como Técnica

Práticas sustentáveis com resultados mensuráveis, livres de sequestro ideológico e focadas em produtividade.

02

Propriedade Privada

Segurança jurídica e responsabilidade de quem vive da terra como incentivos concretos para conservar.

03

Mercado de Carbono

Instrumentos transparentes que remuneram a conservação e alinham valor econômico com floresta em pé.

04

Regulação Inteligente

Normas claras, verificáveis e proporcionais, que protegem sem sufocar o pequeno produtor.

05

Ciência sem Ideologia

Decisões ambientais baseadas em dados, evidências verificáveis e resultados — não em agendas políticas.

02 — Manifesto

Cuidar da terra é pauta de quem tem raiz.

Antes de entrar no mérito, vale desfazer uma das maiores mentiras do debate ambiental brasileiro. “Ecologia sem luta de classes é jardinagem” circula há décadas atribuída a Chico Mendes. O problema é que ele nunca disse isso. Gomercindo Rodrigues, advogado e companheiro pessoal de Chico Mendes em Xapuri, confirmou publicamente: a frase não aparece em nenhuma fala ou registro direto do seringueiro. Ela é uma interpretação de um artigo de Eduardo Galeano que foi sendo resumida e atribuída erroneamente até virar citação por repetição.

Mas mesmo que tivesse sido dita, o argumento não se sustenta. A floresta não precisa de luta de classes para sobreviver. Precisa de incentivo econômico concreto para valer mais em pé do que derrubada. Precisa de direito de propriedade que proteja quem vive nela. Precisa de mercado que remunere a conservação. Essas ferramentas não têm partido. Têm resultado.

Durante décadas, o debate ambiental no Brasil foi ocupado quase exclusivamente por uma visão ideológica que transformou o meio ambiente em instrumento de luta política. O resultado prático foi um movimento ambientalista que fala em nome da natureza mas sistematicamente exclui produtores rurais, desconfia da propriedade privada, rejeita soluções de mercado e trata qualquer pessoa de direita como inimiga da floresta por definição.

Esse monopólio ideológico prejudicou o meio ambiente. Afastou do debate exatamente as pessoas que vivem da terra, que conhecem o solo pelo nome, que dependem da água limpa para produzir e que têm incentivo concreto para conservar o que sustenta seu trabalho.

Chegou a hora de romper esse monopólio.

Quem somos

Somos produtores, permacultores, agroecologistas, ambientalistas, técnicos, pesquisadores e cidadãos de direita que acreditam que conservação ambiental e liberdade econômica não são opostos. São complementares.

Acreditamos que o conservadorismo genuíno inclui conservar o solo, a água, a biodiversidade e os sistemas naturais que sustentam a vida e a produção. Não existe livre mercado sem recursos naturais. Não existe família sem comida. Não existe nação sem território fértil.

O que defendemos

Agroecologia como técnica, não como ideologia

O design de sistemas sustentáveis, a proteção do solo, o manejo integrado de pragas, a produção com menor dependência de insumos externos e a valorização da biodiversidade são práticas técnicas com resultados mensuráveis. Funcionam. Qualquer produtor racional deveria considerá-las, independente de partido.

A agroecologia foi sequestrada por uma narrativa ideológica que a transforma em bandeira anticapitalista. Queremos de volta a técnica. O resultado prático é o que importa, não o vocabulário político que vem junto.

Propriedade privada como melhor instrumento de conservação

A tragédia dos comuns é um princípio econômico verificado: recursos sem dono definido são sistematicamente degradados. Quem tem direito de propriedade real sobre sua terra tem o maior incentivo possível para conservá-la, porque seu valor econômico depende de sua integridade produtiva.

Ambientalismo que ataca a propriedade privada não protege o meio ambiente. Destrói o incentivo para conservar.

Mercado como solução ambiental

Mercados de crédito de carbono bem regulados, certificações de origem rastreáveis, selos de conservação verificáveis, pagamento por serviços ambientais, mercados voluntários de biodiversidade. Essas ferramentas alinham interesse econômico com conservação e produzem resultado sem depender de coerção estatal.

O mercado não é inimigo do meio ambiente. Mal regulado, pode degradar. Bem desenhado, conserva melhor do que qualquer decreto.

Regulação inteligente, não estatismo verde

Regulação ambiental excessiva e mal desenhada não protege o meio ambiente. Protege grandes players que têm equipe jurídica para navegar burocracia e afasta o pequeno produtor que cuida da terra há gerações mas não tem como provar isso em formulário.

Queremos normas claras, verificáveis e proporcionais. Não queremos Estado que decide o que plantar, como plantar e pune quem não tem contador ambiental.

Ciência sem ideologia

Acreditamos nos dados. Solos degradados são problema real. Desmatamento tem consequências reais. Perda de biodiversidade é custo real. Aceitamos a ciência.

O que rejeitamos é a instrumentalização política da ciência para justificar estatismo, atacar propriedade privada ou excluir do debate quem não tem o vocabulário correto.

O que pedimos aos candidatos

Nos comprometemos a apoiar publicamente candidatos a deputado federal, estadual e senadores que se comprometerem com os seguintes pontos:

  • Reconhecer a agroecologia como política pública de interesse nacional, independente de vinculação ideológica.
  • Defender e fortalecer instrumentos de mercado para conservação, incluindo crédito de carbono, pagamento por serviços ambientais e certificação de origem.
  • Proteger o direito de propriedade rural como instrumento de conservação, combatendo invasões e insegurança jurídica que desincentivam investimento de longo prazo na terra.
  • Reformar a regulação ambiental para torná-la proporcional, clara e aplicável pelo pequeno produtor sem equipe jurídica.
  • Separar ciência de ideologia nas políticas públicas ambientais, baseando decisões em evidências verificáveis.

Candidatos que assinarem este manifesto receberão apoio público do movimento Direita Verde nas redes sociais e em nossas comunidades.

Assine

Se você produz, pesquisa, empreende ou vive do campo e acredita que conservar é de direita, este manifesto é seu.

Direita Verde não é partido. Não é ONG. É um posicionamento: o campo brasileiro pode e deve liderar a conservação ambiental do país, com propriedade, com mercado e com liberdade.

Direita Verde, 2026

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Solicite sua adesão

Para aderir ao manifesto, envie sua solicitação por e-mail ou entre em contato pelo nosso perfil no Instagram.

03 — Compromisso público

Signatários políticos

Filipe Sabará

Signatário Direita Verde

Filipe Sabará

Candidato a Deputado Estadual — 22255 · SP · PL

Rafael Nogueira

Signatário Direita Verde

Rafael Nogueira

Candidato a Deputado Federal — 3006 · SC · NOVO